sexta-feira, 30 de julho de 2010

Arribas




Nas costas rochosas em erosão, chamam-se arribas às vertentes que são permanentemente ou periodicamente expostas à acção do mar. Arribas são formas particulares de vertentes costeira, com declive forte (15º a 90º), frequentemente chamadas de falésias.
São tão importantes quanto as dunas, as arribas são outra forma de relevo associado às zonas costeiras, moldadas pelo mar.
A Costa Portuguesa tem uma extensão de aproximadamente 845 km constituída por troços de costa arenosa (praias e dunas) e rochosa (arribas). A evolução da arriba por erosão processa-se através de desmoronamentos e quedas de blocos que provocam situações de risco.

Medidas de prevenção:
  • Utilize praias vigiadas
  • Esteja atento à sinalização de perigo
  • Afaste-se se houver pedras soltas ou rachas
  • Evite permanecer na base e no topo da arriba
  • Não estacione no topo da arriba
  • Não se abrigue do vento e do sol junto à arriba.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

1ª Semana da Protecção Civil - Março 2010

No passado mês de Março ocorreu a 1ª Semana da Protecção Civil, que pode contar com a participação de vários agentes de Protecção Civil.
Desta forma deixamos aqui algumas imagens que servem de resumo de como foi está actividade.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

RECOMENDAÇÕES EM CASO DE OCORRÊNCIA DE ONDA DE CALOR


1. TORNE A SUA HABITAÇÃO FRESCA Durante o dia feche as janelas persianas e portas, sobretudo aquelas viradas a sul. Abra as janelas persianas e portas s à noite, quando a temperatura exterior baixar Se a sua casa estiver equipada com sistema de ar condicionado feche também as portas e janelas para poupar energia. Recorra a ventoinhas, mas lembre-se que a partir de 35ºC o efeito de arrefecimento é diminuto.

2. AFASTE-SE DO CALOR Mantenha-se em casa. Mude-se para a divisão mais fresca da sua habitação ( geralmente são as divisões viradas a norte).Caso não seja possível arrefecer a sua casa permaneça 2-3 horas por dia em espaços frescos (ex. igrejas, centros comerciais ou lojas com ar condicionado). Evite sair de casa nas horas de maior calor (entre as 11 e 17h). Evite actividades físicas intensas, trabalhar ao ar livre ou praticar desporto. Procure as sombras e muito importante, nunca deixe crianças ou animais dentre de veículos imobilizados mesmo por pouco tempo.

3. MANTENHA O CORPO FRESCO E HIDRATADO Refresque-se com banhos e duches ou em alternativa molhe-se com toalhas ou panos húmidos. Use roupa fresca e larga e opte por tecidos de algodão. Se necessitar sair use sempre chapéu de abas largas e óculos de sol. Beba regularmente água, evite bebidas açucaradas ou alcoólicas.

4. AJUDE OS OUTROS Ajude os familiares, amigos e vizinhos. Caso a pessoa esteja a tomar medicamentos, verifique junto do médico de família se existe necessidade de alterar ou ajustar os medicamentos. As pessoas idosas ou doentes que vivem sozinhas necessitam da sua ajuda, telefone-lhes e visite-os pelo menos uma vez por dia.

5. SE TIVER PROBLEMAS DE SAÚDE Se sofrer de doença crónica ou estiver a tomar medicamentos aconselhe-se com o seu médico de família.

6. SE SE SENTIR MAL Se sentir tonturas, fraqueza, ansiedade ou tenha sede intensa e dor de cabeça procure ajuda de imediato Dirija-se para uma divisão mais fresca e meça a temperatura corporal. Beba um pouco de água ou sumo de fruta para se hidratar. Se estiver a fazer exercício e sinta dores musculares (em especial nas pernas, braços ou abdómen) pare imediatamente, repouse num local fresco e beba líquidos contendo electrólitos para uma hidratação mais rápida. Consulte o seu médico de família em caso de sintomas anormais ou persistência dos mesmos. Ligue imediatamente para a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) ou ligue para o 112 sempre que alguém apresente os seguintes sintomas: pele seca e vermelha, delírio, convulsões e/ou desmaio. Enquanto espera pela assistência médica, desloque a pessoa para um local mais fresco, numa posição horizontal elevando as pernas, tire a roupa e promova o arrefecimento externo (toalhas húmidas na zona do pescoço, axilas e virilhas) e pulverizando com água fresca (25-30ºC). Meça a temperatura corporal. Não administre ácido acetil salicílico (aspirina) ou paracetamol.

Vigilância Florestal 2010 - Programa para jovens Voluntarios


A Câmara Municipal de Loulé, através do seu Serviço Municipal de Protecção Civil, vai promover pelo terceiro ano consecutivo o programa de voluntariado jovem – Vigilância Florestal 2010, no Concelho de Loulé.
O programa destina-se a jovens com idades compreendidas entre os 12 e os 17, em regime de voluntariado, organizados em grupos de sete elementos, mais o monitor que é um elemento Corpo Nacional de Escutas.
A acção tem como objectivo: Prevenção e detecção de fogos florestais, sensibilização e informação às populações (entrega de folhetos), interacção com a população mais idosa e isolada e dinamização das áreas.
O programa vai ter início dia 28 de Junho e decorre até 28 de Agosto e cada brigada realiza a vigilância durante uma quinzena nas juntas de Freguesia de Alte, Ameixial, Benafim, Querença, Salir, e Tôr, no horário das 9h às 17h30m.

Contactos: 289 400 827
email: smpc@cm-loule.pt

segunda-feira, 17 de maio de 2010

DECIF 2010




Os agentes de Protecção Civil são a nossa maior coroa de glória, numa região onde a grande prioridade é a segurança de pessoas e bens”, disse hoje a Governadora Civil de Faro Isilda Gomes, durante a cerimónia de apresentação pública do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, realizada em Vila Real de Santo António. (15. Maio. 2010)

http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=41940

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Catástrofe tecnologica – Maré Negra



Chama-se maré negra a um vertido que ocorre devido a um acidente ou prática inadequada que contamina o meio ambiente, especialmente o mar, com produtos petroleiros.
O caso mais comum de maré negra é o do derrame de petróleo, geralmente em consequência de um acidente.
Durante tais acidentes, os petroleiros derramam, quase sempre, enormes quantidades de petróleo que, flutuando e alastrando-se progressivamente, formam extensas manchas negras. São as chamadas marés negras. Com efeitos altamente destrutivo, elas provocam enormes agressões na fauna e flora marinhas, as quais são normalmente irreversíveis.
As Marés Negras são o resultado de derrames de petróleo que ocorrem nos nossos oceanos. Os produtos petrolíferos têm efeito nefasto sobre toda a vida marinha e litoral onde actuam. As correntes marinhas facilitam a formação de marés negras, que se abatem sobre as praias e outras zonas costeiras.

Derrame no Golfo do México
Trata-se de uma das maiores catástrofes ecológicas que os Estados Unidos vão enfrentar. A luta contra relógio travada pelas autoridades intensifica-se para evitar que a maré negra penetre os canais pantanosos do Louisiana. Pelas estimativas da Guarda Costeira americana, 5 mil barris de petróleo – cerca de 795 mil litros – estão contaminando diariamente na Costa do México, próximo ao litoral da Lousiana. O Estado que foi devastado pelo furacão Katrina.
A maior preocupação é proteger a reserva natural na região, mas os estados de Alabama e Mississípi poderão também ser afectados, além do Texas e oeste da Florida.O crude, que está a ser vertido por uma plataforma petrolífera no Golfo do México, provocou uma mancha equivalente a duas vezes a área geográfica da Bélgica. No dia 5 de Maio, foi descoberto o terceiro ponto de escape no duto, que ligava a plataforma ao poço.
Equipas de emergências começaram no dia 4 uma queima controlada da gigantesca mancha negra. Uma bóia desloca-se pela mancha e vai queimando aos poucos o petróleo. Mas a medida tomada para evitar que a mancha avance pode provoca mais problemas ambientais, já que cria nuvens de partículas tóxicas.
As autoridades norte-americanas vão cobrar os custos de limpeza e operações de salvamento da vida animal e de impedimento do alastramento da maré à british Petroleum BP, empresa proprietária da plataforma acidentada.

fontes: RFI em português, Euronews, Wikipédia

segunda-feira, 19 de abril de 2010

vulcão Eyjafjallajokull

Eyjafjallajökull é um dos glaciares ou geleiras de menores dimensões da Islândia. Situa-se a norte de Skógar e a oeste do glaciar de maiores dimensões conhecido como Mýrdalsjökull.
A bacia do glaciar cobre um vulcão (1666 m de altura) cuja actividade eruptiva começou a ser mais frequente a partir da última idade do gelo. A cratera do vulcão tem um diâmetro de 3 a 4 Km. O glaciar estende-se por cerca de 107km².
Houve três grandes erupções precedentes em tempos históricos: em 920, 1612 e 1821-1823, provocando um jökulhlaup (literalmente, "corrida glaciar") fatal.
O limite sul da montanha fez, no passado, parte da costa atlântica. Com a regressão marítima, formaram-se penhascos inclinados que originam hoje em dia um conjunto impressionante de quedas de água, sendo a mais conhecida a de Skógafoss.

Erupções recente


O vulcão entrou em erupção novamente em 21 de Março de 2010; o tráfego aéreo de boa parte do norte da Europa foi prejudicado pela enorme coluna de fumo expelida. A 15 de Abril o espaço aéreo foi fechado em diversos países do norte e oeste da Europa para voos comerciais devido à precipitação de cinzas na atmosfera, que poderiam causar acidentes com as turbinas a jacto dos aviões
As erupções ocorridas em 2010 na geleira Eyjafjallajökull são uma série de grandes eventos vulcânicos que estão ocorrendo em Eyjafjallajökull na Islândia. A actividade sísmica que se iniciou no final de 2009 deu lugar a uma erupção vulcânica em 20 de Março de 2010, colocando seu Índice de Explosividade Vulcânica em 1. A 14 de Abril de 2010 causou uma paralisação generalizada do transporte aéreo europeu, afectando milhares de voos.

(wikipédia)

Índice de Explosividade Vulcânica

O Índice de Explosividade Vulcânica (VEI) compara a violência de diferentes erupções vulcânicas. Considera diversos fatores como a altura da pluma ou coluna da explosão, o volume do material emitido e a duração da erupção.

VEI 0 Erupções não explosivas com plumas inferiores a 100 m de altura; emissão inferior a 1000 m3 de piroclastos; duração variável; ex. Kilauea, Havaí, 1983.

VEI 1 Erupção suave com pluma entre 100-1000 m altura; emissão inferior a 10000 m3 de piroclastos; explosões até 1 h; ex. Stromboli, Itália.

VEI 2 Erupção explosiva com pluma entre 1-5 km de altura; emissão até 0,01 km3 de piroclastos; duração entre 1-6 h; ex. Colima, México, 1991.

VEI 3 Erupção intensa com pluma entre 3-15 km de altura; emissão de 0,01-0,1 km3 de piroclastos; duração entre 1-12 h; ex. Nevado del Ruiz, Colômbia, 1985.

VEI 4 Erupção catastrófica com pluma entre 10-25 km de altura; emissão de 0,1-1 km3 de piroclastos; duração entre 1-12 h; ex. Sakura-Jima, Japão, 1914.

VEI 5 Erupção catastrófica com pluma superior a 25 km de altura; emissão de 1-10 km3 de piroclastos; duração entre 6-12 h; ex. Monte St. Helens (Monte Santa Helena), EUA, 1980.

VEI 6 Erupção colossal com pluma superior a 25 km de altura; emissão de 10-100 km3 de piroclastos; duração superior a 12 h; ex. Krakatoa, Indonésia, 1883.

VEI 7 Erupção super-colossal com pluma superior a 25 km de altura; emissão de 100-1000 km3 de piroclastos; duração superior a 12 h; ex. Tambora, 1815.

VEI 8 Erupção mega-colossal; emissão superior a 1000 km3 de piroclastos; Yellowstone, EUA, há 640000 anos.