terça-feira, 26 de julho de 2016

Concelho de Loulé patrulhado pelo Exército no período crítico dos incêndios florestais

No âmbito das medidas preventivas a adotar pela Câmara Municipal de Loulé através do seu Serviço Municipal de Proteção Civil, contra o flagelo dos incêndios, este ano e pela primeira vez, o Exército Português irá assegurar o aumento da vigilância nos espaços florestais e rurais no Concelho.
Este patrulhamento será realizado pelo Regimento de Infantaria nº 1 (RI1), durante o período crítico de incêndio florestal (de julho a setembro) visto que é tendencialmente aquele em que o índice de risco é maior, por forma a diminuir a probabilidade da sua ocorrência, reforçando, assim, a segurança das populações.
Esta parceria protocolada entre a Câmara Municipal de Loulé e o Exército constitui um importante reforço na área da prevenção e sensibilização florestal, com a circulação diária de uma viatura militar com três elementos, realizando em média 140km por dia.
Refira-se que, além da vigilância efetuada pelos militares, o Serviço Municipal de Proteção Civil também constitui anualmente, no período de junho a setembro, a Equipa Municipal de Intervenção Florestal, com responsabilidades de vigilância móvel, sensibilização, deteção, 1ª intervenção e apoio ao combate a incêndios florestais. Por outro lado, com um carácter pedagógico, a Autarquia desenvolve nesta época do ano o Programa de Vigilância Florestal “Voluntariado Jovem”, durante o qual são realizados vários percursos nas freguesias do interior do Concelho durante os meses de julho e agosto.
Constituem ainda o dispositivo de vigilância no Município, a Guarda Nacional Republicana, a Associação de Sapadores Florestais da Serra do Caldeirão, que atuam apenas na sua zona de intervenção, e os vigilantes do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, na zona da Ria Formosa.
Refira-se que este dispositivo de vigilância implementado no Município de Loulé irá abarcar uma área de 763.67 km2, onde 40% do total da área do Concelho é ocupada pelas classes de perigo florestal muito elevada e outros 51,3 % classificados como área protegida.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Vigilância Florestal - Voluntariado 2016


Pelo nono ano consecutivo o Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé com a colaboração das Juntas de Freguesia do Ameixial, Alte, Salir e União de Freguesias Querença, Tôr e Benafim organiza o Programa de Voluntariado Jovem – Vigilância Florestal.
A atividade mantém os moldes dos anos anteriores, destinando-se preferencialmente a jovens com idades entre os 12 e os 17, que iram integrar um grupo composto por sete elementos, sempre acompanhados por um monitor.
Cada brigada (grupo) funciona durante um período de quinze dias alternados, num total de 5 dias.
Aos logo das várias edições está mostrou ser uma atividade cativante, onde o respeito, defesa e valorização pela floresta / espaço rural continua a ser uma máxima.
Na atividade alia-se o passeio pedestre à vigilância da paisagem, tentando desta modo identificar o início de um eventual incêndio.




Contactos: Smpc@cm-loule.pt



terça-feira, 10 de maio de 2016

É dono de um cão?

 Seja um dono consciente

O decreto-lei nº314/2003, de 17 de Dezembro determina que:
Todos os cães são obrigados a circular na via ou lugares públicos de coleira ou peitoral, onde deve estar colocada a identificação do dono;
É permitida a presença na via ou lugares públicos de cães sempre que acompanhados pelo seu dono, e com açaimo funcional, exceto quando conduzidos à trela, em prova e
treinos ou, tratando-se de animais utilizados na caça, durante os atos venatórios;
No caso de cães perigosos ou potencialmente perigosos, para além de açaime funcional, devem ainda circular com os meios de contenção determinados por legislação especial;
O não cumprimento constitui contraordenação, cujo montante pode chegar a 44 890€, consoante o agente seja pessoa singular ou coletiva.


Nos locais onde existem dispensadores de sacos para dejetos caninos, utilize-os. 
Colabore. Seja um dono responsável

quinta-feira, 17 de março de 2016

quarta-feira, 2 de março de 2016

Dia da Proteção Civil com Simulacro no Mercado Municipal


    O dia 1 de Março foi instituído como “Dia da Proteção Civil”, a nível mundial pela Organização Internacional de Proteção Civil e a nível nacional por despacho do Ministro da Administração Interna, que  em 2016, evoca o tema “A importância do patamar local na promoção de Comunidades Resilientes”.
     Neste âmbito a Câmara Municipal de Loulé através do seu Serviço Municipal de Proteção Civil e da empresa municipal Loulé Concelho Global,  promoveu um simulacro no Mercado Municipal de Loulé para assinalar este Dia de forma a sensibilizar e promover uma cultura preventiva na comunidade.
     Considerando que a prevenção inicia-se pela noção de risco e do conhecimento do território em que vivemos, importa reforçar os conhecimentos dos cidadãos de modo a contribuir para a adoção de atitudes e comportamentos mais responsáveis e adequados, relativamente aos principais riscos e suas formas de prevenção e minimização, o ênfase na vertente preventiva constitui fator diferenciador e determinante ao longo prazo capaz de promover resultados positivos em termos da redução dos riscos e das vulnerabilidades a que estão sujeitas as sociedades modernas. 
      O cenário criado para o Mercado Municipal foi Sismo, seguido de incêndio, do qual provocou duas vitimas e tendo-se procedido a evacuação total do edifício, testando a operacionalidade do Plano de Emergência Interno.
     A primeira intervenção foi realizada pela equipa segurança do mercado municipal com vista à criação de rotinas e ao aperfeiçoamento dos procedimentos em caso de emergência, passando depois para um segundo patamar de resposta a cargo dos bombeiros de Loulé com a colaboração da Equipa Canina de Resgate do Algarve.
Participaram neste exercício o Serviço Municipal de Proteção Civil, os Bombeiros de Loulé, a empresa municipal Loulé Concelho Global, Guarda Nacional Republicana e a Equipa Canina de Resgate do Algarve

Simulacros e exercícios



     Uma comunidade informada é uma comunidade preparada para enfrentar melhor um acidente grave ou catástrofe que possa ocorrer e assim minimizar os danos e até salvar vidas.
      Numa situação inusitada, como por exemplo sismo ou incêndio o número de danos e/ou vítimas pode ser elevado, não tanto por consequência direta do acidente, mas principalmente pelo comportamento inadequado das pessoas.
Normalmente quando se sente o abalo sísmico ou a presença de fumo e/ ou fogo, as pessoas ficam nervosas e instintivamente tentam colocar-se a salvo, precipitando-se para as escadas e saídas de emergência provocado a obstrução e magoando-se de forma grave.   
      Os exercícios e simulacros são programados testar medidas e comportamentos de autoproteção, tentando preparar as pessoas para qualquer acidente ou catástrofe de âmbito natural ou tecnológico.

terça-feira, 1 de março de 2016

Dia Mundial da Proteção Civil


O Dia 1 de Março foi instituído como Dia da Proteção Civil, a nível mundial pela Organização Internacional de Proteção Civil (OIPC) e, a nível nacional, por despacho do Ministro da Administração Interna. Em 2016 evoca o tema “Comunidades Resilientes: A importância do patamar local".
A escolha deste tema destaca o papel fundamental e estruturante do patamar local, nomeadamente das estruturas autárquicas, em ligação com as populações e comunidades, na implementação de estratégias que contribuam para o aumento da sua resiliência para fazer face aos riscos coletivos, assumindo que podem desempenhar um papel fundamental na sua própria proteção e segurança.



Importante:
(Quadro de Sendai, na definição dos objetivos e metas a atingir entre 2015 e 2030)
– Se trabalharmos mais próximos na prevenção dos riscos, na partilha de informação, boas práticas, novas ideias e projetos;
– Se aumentarmos a segurança dos edifícios, serviços e infraestruturas considerados essenciais: escolas, hospitais, redes viárias, de transportes e comunicações, entre outros;
– Se conseguirmos ter cidadãos mais interessados e envolvidos na resolução dos problemas, assumindo que podem desempenhar um papel fundamental na sua própria proteção e segurança;
– Se aumentarmos o número de pessoas com conhecimento e acesso aos sistemas de aviso e alerta perante as diferentes ameaças;
– Se melhorarmos as estratégias educativas e de comunicação que promovam o conhecimento sobre os perigos e as vulnerabilidade e a necessidade de atuarmos coletivamente na redução dos elementos potenciadores dos riscos