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terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Tornados
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Os brinquedos podem ser perigosos?
Pedro (nome fictício), de 9 meses, estava em cima da cama dos pais, que lhe mudavam a roupa, quando alcançou a bola saltitona que a irmã, de 3 anos, aí pousara. Levou-a à boca e a bola ficou encaixada na traqueia, sem que os pais a conseguissem tirar.
Agora que o Natal se aproxima e que se escolhem os brinquedos para oferecer às crianças, todos os adultos têm um papel importante na prevenção de acidentes como este.
Se vai oferecer um brinquedo a uma criança – e sempre que alguém oferece ao seu filho – certifique-se que é seguro: verifique se não tem pontas aguçadas ou bordos cortantes e que as pilhas estão guardadas num compartimento próprio, que só pode ser aberto com uma chave de parafusos.
Todos
os brinquedos têm que ter a marcação CE e a indicação do nome e contactos do fabricante e representante. Se não forem adequados para crianças com menos de 3 anos, esta informação tem que estar presente.
Para bebés e crianças até aos 3 anos, escolha brinquedos macios, leves, resistentes e laváveis e que não tenham peças pequenas que a criança possa soltar e pôr na boca (rodas, olhos, cabelos, …). Os brinquedos ou peças não devem ser mais pequenos que 3,2cm, ou 4,5cm se forem esféricos ou semiesféricos (berlindes, bolas, ovinhos, etc.) nem fios ou cordões maiores que 22cm.
Em momentos de festa, em que a família e os amigos se reúnem, controle os brinquedos a que a criança tem acesso – muitas vezes os mais novos brincam com os brinquedos dos mais velhos!
Tenha especial atenção aos balões, que tantas vezes acompanham os presentes e que a criança põe na boca sem que ninguém dê conta.Em minutos pode aspirar o balão e deixar de respirar!
APSI - Associação para a Promoção da Segurança Infantil
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
LINHAS DE ÁGUA
Medidas Preventivas para o Período de Chuvas
A lei 58/2005, de 29 de Dezembro determina que:Os proprietários ou possuidores de parcelas de leitos e margens de linhas de água, nas frentes particulares e fora do aglomerado urbano, tem a obrigação de manter o bom estado de conservação das mesmas, devendo proceder a sua regularização, limpeza e desobstrução dos álveos das linhas de água, de forma a garantir condições de escoamento dos caudais líquidos e sólidos em situações hidrológicas normais ou extremas.
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Em casa não esqueça:
- Mantenha limpos os esgotos, caleiras, algerozes, terraços, varandas e pátios.
- Dos proprietários – nas frentes particulares, fora dos aglomerados urbanos.
- Dos Municípios – nos aglomerados urbanos.
Recomendações:
- Realizar as acções de preferência entre Julho e Setembro;
- Combinar entre os proprietários a execução de intervenções conjuntas para permitir uma maior eficácia e coordenação;
- Promover a manutenção e/ou aumento da secção de vazão existente na linha de água;
- Remover apenas detritos (vegetais e materiais sólidos) que possam criar obstáculos ao normal escoamento do curso de águas;
- Encaminhar materiais removidos para local apropriado;
- Não promover o aumento das cotas naturais dos terrenos nas margens, por forma a não alterar as condições de espraiamento das cheias.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Ciclone
Os ciclones ou depressões, são áreas de pressão baixa em torno das quais o vento sopra no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio no hemisfério norte eno sentido dos ponteiro do relogio no hemisfério sul. Este
tipo de depressões pode atingir alguns milhares de quilómetros de diâmetro e
serem tão profundas quanto a troposfera (camada mais baixa da atmosfera, com
cerca de 10 km de espessura). Com um mínimo de pressão no centro, este fenómeno
apresenta uma circulação ciclónica, daí a origem do nome.
O ciclone pode ser de dois tipos: tropical ou extratropical. Os ciclones tropicais, como por exemplo os furacões, formam-se na cintura tropical, onde se deslocam geralmente, ocorrendo com maior frequência na parte ocidental das regiões tropicais dos oceanos Atlântico e Pacífico, no hemisfério norte. Os ciclones extratropicais, embora muito menos violentos do que os ciclones tropicais, são maiores, duram mais tempo, ocorrem mais frequentemente, principalmente nas latitudes médias elevadas, e afetam o estado do tempo em áreas muito mais vastas.
Os ciclones tropicais, potencialmente mais devastadores, provocam, muitas vezes, velocidades assombrosas de vento e precipitação intensa. A palavra ciclone, como se constata, não pressupõe, necessariamente, a ocorrência de uma grande tempestade. Consiste, isso sim, em um fenómeno comum (depressão) que, na sua manifestação mais intensa, se pode tornar devastador (furacão).
O ciclone pode ser de dois tipos: tropical ou extratropical. Os ciclones tropicais, como por exemplo os furacões, formam-se na cintura tropical, onde se deslocam geralmente, ocorrendo com maior frequência na parte ocidental das regiões tropicais dos oceanos Atlântico e Pacífico, no hemisfério norte. Os ciclones extratropicais, embora muito menos violentos do que os ciclones tropicais, são maiores, duram mais tempo, ocorrem mais frequentemente, principalmente nas latitudes médias elevadas, e afetam o estado do tempo em áreas muito mais vastas.
Os ciclones tropicais, potencialmente mais devastadores, provocam, muitas vezes, velocidades assombrosas de vento e precipitação intensa. A palavra ciclone, como se constata, não pressupõe, necessariamente, a ocorrência de uma grande tempestade. Consiste, isso sim, em um fenómeno comum (depressão) que, na sua manifestação mais intensa, se pode tornar devastador (furacão).
MEDIDAS DE AUTOPROTEÇÃO
ANTES DO CICLONE
·
Ter
sempre à mão um rádio portátil, uma lanterna elétrica e pilhas de reserva, bem
como um estojo de primeiros socorros. Kit
de emergência.
·
Reforçar
os telhados, portas e janelas.
·
Desobstruir
o sistema de drenagem ao redor da casa.
·
Guardar
todo o material que se encontre nos pátios, varandas, etc.
DURANTE O CICLONE
·
Manter
a calma e procurar acalmar as pessoas que estão connosco.
·
Seguir
as instruções transmitidas no rádio.
·
Permanecer
no interior da casa, afastado das janelas e das portas.
·
Se
tiveres de sair de casa, desligue a eletricidade, feche o gás e água.
·
Afaste-se
das áreas junto à costa, podem ser invadidas pelas marés.
·
Não
ande de barco.
·
Se
estiveres fora de casa, procure abrigo imediatamente.
DEPOIS DO CICLONE
· Afaste-se
das áreas sinistradas. O telefone só deve ser utilizado em caso de emergência.
·
Siga
as instruções que forem difundidas pelas autoridades.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Dia Internacional para a Redução de Catástrofes
Dia Internacional para a Redução das Catástrofes, foi instituído pela
Assembleia Geral das Nações Unidas em 1989.
Celebra-se anualmente em
Outubro,pretende-se alertar e refletir sobre a temática das catástrofes.
Ver formas de prevenção, redução, e criação de uma sociedade mais
capacitada de os enfrentar.
No âmbito das comemorações do Dia
Internacional para a Redução de Catástrofes, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé, no dia 9 Outubro realizou duas palestras para alunos do 1º
Ciclo, sobre Catástrofes Naturais, terminando com a a realização do exercício de
Evacuação do Cine-Teatro Louletano.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
A Cadeia de Sobrevivência
À
luz do conhecimento médico atual, considera-se que existem três
atitudes que modificam o resultado no socorro a uma vítima de paragem
cardiorrespiratória (PCR):
1. Pedir ajuda, acionando de imediato o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM);
2. Iniciar de imediato manobras de Suporte Básico de Vida (SBV);
3. Aceder à desfibrilhação tão precocemente quanto possível mas apenas quando indicado.
Estes procedimentos sucedem-se de uma forma encadeada e constituem uma cadeia de atitudes em que cada elo articula o procedimento anterior com o seguinte. Surge assim o conceito de Cadeia de Sobrevivência, composta por quatro elos ou ações, em que o funcionamento adequado de cada elo e a articulação eficaz entre os vários elos é vital para que o resultado final seja uma vida salva.
A Cadeia de Sobrevivência representa, simbolicamente, o conjunto de procedimentos que permitem salvar vítimas de PCR. Para que o resultado final possa ser, efetivamente, uma vida salva, cada um dos elos da cadeia é vital e todos devem ter a mesma força.
Os quatro elos da cadeia de sobrevivência são:
1. Acesso precoce ao SIEM - 112
2. Início precoce de SBV
3. Desfibrilhação precoce
4. Suporte Avançado de Vida (SAV) precoce
1. ACESSO PRECOCE AO SIEM
O rápido acesso ao SIEM assegura o início da Cadeia de Sobrevivência. Cada minuto sem se chamar o socorro reduz a possibilidade de sobrevivência da vítima. Para o funcionamento adequado deste elo é fundamental que quem presencia uma determinada ocorrência seja capaz de reconhecer a gravidade da situação e saiba ativar o sistema, ligando adequadamente 112 - para poder informar o quê, onde, como e quem. A incapacidade de adotar estes procedimentos significa falta de formação. A consciência de que estes procedimentos podem salvar vidas humanas deve ser incorporada o mais cedo possível na vida de cada cidadão.
2. SBV PRECOCE
Para que uma vítima em perigo de vida tenha maior hipótese de sobrevivência é fundamental que sejam iniciadas, de imediato e no local onde ocorreu a situação, manobras de SBV. Isto só se consegue se quem presencia a situação tiver a capacidade de iniciar o SBV. O SBV permite ganhar tempo, mantendo alguma circulação e alguma ventilação na vítima, até à chegada de socorro mais diferenciado para instituir os procedimentos de SAV.
3. DESFIBRILHAÇÃO PRECOCE
A maioria das PCR no adulto ocorrem devido a uma perturbação do ritmo cardíaco a que se chama Fibrilhação Ventricular (FV). Esta perturbação do ritmo cardíaco caracteriza-se por uma atividade elétrica caótica de todo o coração, em que não há contração do músculo cardíaco e, como tal, não é bombeado sangue para o organismo. O único tratamento eficaz para esta arritmia é a desfibrilhação que consiste na aplicação de um choque elétrico, externamente a nível do tórax da vítima, para que a passagem da corrente elétrica pelo coração pare a atividade caótica que este apresenta. A desfibrilhação eficaz é determinante na sobrevivência de uma PCR.
Também este elo da cadeia deve ser o mais precoce possível. A probabilidade de conseguir tratar a FV com sucesso depende do fator tempo. A desfibrilhação logo no 1º minuto em que se instala a FV pode ter uma taxa de sucesso próxima dos 100%, mas ao fim de 8-10 minutos a probabilidade de sucesso é quase nula.
4. SAV PRECOCE
Este elo da cadeia de sobrevivência é uma “mais-valia”. Nem sempre a desfibrilhação é eficaz, por si só, para recuperar a vítima. Outras vezes a desfibrilhação pode não ser sequer indicada. O SAV permite conseguir uma ventilação mais eficaz (através da entubação endotraqueal) e uma circulação também mais eficaz (através da administração de fármacos). Idealmente, o SAV deverá ser iniciado ainda na fase pré-hospitalar e continuado no hospital, permitindo a estabilização das vítimas recuperadas de PCR. Integram também este elo os cuidados pós-reanimação, que têm o objetivo de preservar as funções do cérebro e coração.
A Cadeia de Sobrevivência tem apenas a força que tiver o seu elo mais fraco: de nada serve ter o melhor Suporte Avançado de Vida (SAV) se quem presencia a PCR não souber ligar 112!
1. Pedir ajuda, acionando de imediato o Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM);
2. Iniciar de imediato manobras de Suporte Básico de Vida (SBV);
3. Aceder à desfibrilhação tão precocemente quanto possível mas apenas quando indicado.
Estes procedimentos sucedem-se de uma forma encadeada e constituem uma cadeia de atitudes em que cada elo articula o procedimento anterior com o seguinte. Surge assim o conceito de Cadeia de Sobrevivência, composta por quatro elos ou ações, em que o funcionamento adequado de cada elo e a articulação eficaz entre os vários elos é vital para que o resultado final seja uma vida salva.
A Cadeia de Sobrevivência representa, simbolicamente, o conjunto de procedimentos que permitem salvar vítimas de PCR. Para que o resultado final possa ser, efetivamente, uma vida salva, cada um dos elos da cadeia é vital e todos devem ter a mesma força.
Os quatro elos da cadeia de sobrevivência são:
1. Acesso precoce ao SIEM - 112
2. Início precoce de SBV
3. Desfibrilhação precoce
4. Suporte Avançado de Vida (SAV) precoce
1. ACESSO PRECOCE AO SIEM
O rápido acesso ao SIEM assegura o início da Cadeia de Sobrevivência. Cada minuto sem se chamar o socorro reduz a possibilidade de sobrevivência da vítima. Para o funcionamento adequado deste elo é fundamental que quem presencia uma determinada ocorrência seja capaz de reconhecer a gravidade da situação e saiba ativar o sistema, ligando adequadamente 112 - para poder informar o quê, onde, como e quem. A incapacidade de adotar estes procedimentos significa falta de formação. A consciência de que estes procedimentos podem salvar vidas humanas deve ser incorporada o mais cedo possível na vida de cada cidadão.
2. SBV PRECOCE
Para que uma vítima em perigo de vida tenha maior hipótese de sobrevivência é fundamental que sejam iniciadas, de imediato e no local onde ocorreu a situação, manobras de SBV. Isto só se consegue se quem presencia a situação tiver a capacidade de iniciar o SBV. O SBV permite ganhar tempo, mantendo alguma circulação e alguma ventilação na vítima, até à chegada de socorro mais diferenciado para instituir os procedimentos de SAV.
3. DESFIBRILHAÇÃO PRECOCE
A maioria das PCR no adulto ocorrem devido a uma perturbação do ritmo cardíaco a que se chama Fibrilhação Ventricular (FV). Esta perturbação do ritmo cardíaco caracteriza-se por uma atividade elétrica caótica de todo o coração, em que não há contração do músculo cardíaco e, como tal, não é bombeado sangue para o organismo. O único tratamento eficaz para esta arritmia é a desfibrilhação que consiste na aplicação de um choque elétrico, externamente a nível do tórax da vítima, para que a passagem da corrente elétrica pelo coração pare a atividade caótica que este apresenta. A desfibrilhação eficaz é determinante na sobrevivência de uma PCR.
Também este elo da cadeia deve ser o mais precoce possível. A probabilidade de conseguir tratar a FV com sucesso depende do fator tempo. A desfibrilhação logo no 1º minuto em que se instala a FV pode ter uma taxa de sucesso próxima dos 100%, mas ao fim de 8-10 minutos a probabilidade de sucesso é quase nula.
4. SAV PRECOCE
Este elo da cadeia de sobrevivência é uma “mais-valia”. Nem sempre a desfibrilhação é eficaz, por si só, para recuperar a vítima. Outras vezes a desfibrilhação pode não ser sequer indicada. O SAV permite conseguir uma ventilação mais eficaz (através da entubação endotraqueal) e uma circulação também mais eficaz (através da administração de fármacos). Idealmente, o SAV deverá ser iniciado ainda na fase pré-hospitalar e continuado no hospital, permitindo a estabilização das vítimas recuperadas de PCR. Integram também este elo os cuidados pós-reanimação, que têm o objetivo de preservar as funções do cérebro e coração.
A Cadeia de Sobrevivência tem apenas a força que tiver o seu elo mais fraco: de nada serve ter o melhor Suporte Avançado de Vida (SAV) se quem presencia a PCR não souber ligar 112!
Crianças em segurança - INSOLAÇÃO EM VEÍCULOS
Este filme foi feito com a esperança de evitar lesões ou morte da criança.
A cada 10 dias, uma criança morre de insolação em veículos.
Esta é uma Reconstituição e ninguém foi prejudicado na realização deste filme. Red Castle Production /safekids
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